
O Artista plastico Luiz Pagano 41 anos adotou as capivaras como mascote do paulistano, do mesmo modo que a deusa egípcia Tauret aparecia às margens do Nilo e trazia bênçãos às mulheres grávidas a Capivara aparece na cidade de São Paulo como um amuleto de prosperidade para a cidade e nos faz repensar na ecologia as margens deste rio poluído, e nos da a esperança de ter uma capital prospera e ao mesmo tempo em equilíbrio com a natureza.
A capivara já faz parte da rotina do paulistano, seja quando e avistada pelos passageiros da Linha "C" da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, ou quando sai das margens para a pista da Marginal Pinheiros, como quem quer chamar a atenção e dizer “vocês precisam cuidar mais do verde desta cidade, se não o fizerem, eu pessoalmente sairei das minhas margens para complicar o já caótico transito da minha cidade”.
Segundo funcionários do Projeto Pomar que administra a revitalização das margens do Rio pinheiros não é só a capivara que decidiu voltar para a capital “Com a remoção do lixo e o corte do mato, as equipes de trabalho acabaram fazendo várias descobertas. A mais importante é que a vida resiste a toda degradação do rio e das marginais.
Capivaras, gaviões, quero-quero, garças africanas, cobras, ratões do banhado e até um jacaré sobrevivem ao longo do Pinheiros, aumentando as esperanças de salvação do rio, futuramente”.
E para comemorar este importante símbolo paulistano Luiz Pagano coloca no mercado neste 454to aniversário da cidade uma série limitada de estatuetas da Deusa capivara, e nos faz pensar neste simpático animal que assim como ele, ama esta cidade e conseguem coexistir de forma harmoniosa com todo complexo de situações que envolvem o dia a dia do paulistano.
A capivara já faz parte da rotina do paulistano, seja quando e avistada pelos passageiros da Linha "C" da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, ou quando sai das margens para a pista da Marginal Pinheiros, como quem quer chamar a atenção e dizer “vocês precisam cuidar mais do verde desta cidade, se não o fizerem, eu pessoalmente sairei das minhas margens para complicar o já caótico transito da minha cidade”.
Segundo funcionários do Projeto Pomar que administra a revitalização das margens do Rio pinheiros não é só a capivara que decidiu voltar para a capital “Com a remoção do lixo e o corte do mato, as equipes de trabalho acabaram fazendo várias descobertas. A mais importante é que a vida resiste a toda degradação do rio e das marginais.
Capivaras, gaviões, quero-quero, garças africanas, cobras, ratões do banhado e até um jacaré sobrevivem ao longo do Pinheiros, aumentando as esperanças de salvação do rio, futuramente”.
E para comemorar este importante símbolo paulistano Luiz Pagano coloca no mercado neste 454to aniversário da cidade uma série limitada de estatuetas da Deusa capivara, e nos faz pensar neste simpático animal que assim como ele, ama esta cidade e conseguem coexistir de forma harmoniosa com todo complexo de situações que envolvem o dia a dia do paulistano.











